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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Chuva prevista para amanhã com temporal


Da redação do Jornal de Limeira

Após 63 dias de estiagem e umidade relativa do ar em estado de atenção, espera-se chuva amanhã. A previsão é de temporal intenso, com ventanias. A informação é do professor de Hidrologia da FT (Faculdade de Tecnologia) da Unicamp de Limeira, Hiroshi Yoshizane.

Segundo o professor, o tempo quente e seco dos últimos dias - média de 30 graus na manhã e 36 graus na tarde de ontem - reforçam o risco de temporal. "Essa massa de ar quente se encontrará com a massa fria que está em nossa direção. O resultado disso é chuva forte", fala.

Para hoje, a previsão ainda é de calor e tempo seco, com umidade relativa do ar abaixo de 30%. "É bom que as pessoas evitem aglomerações, roupas quentes e ar-condicionado neste período em que permanece a estiagem. São coisas que afetam negativamente a umidade relativa", diz. "É importante hidratar-se bastante, evitando caminhar entre 9h e 16h", orienta o professor.

Outros institutos meteorológicos antecipam para hoje as chuvas. Segundo o site Climatempo, este final de tarde já será marcado por pancadas pontuais.

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Queimadas deixam a cidade em meio à fumaça

Queimadas em toda a região agravaram a situação em Limeira nesta quarta-feira. Inúmeros pontos de incêndio na região da Limeira-Cordeirópolis foram registrados, inclusive com um grave foco em uma serraria e várias matas nativas. Outros pontos de mato e árvores também tiveram queimadas. Com isso, toda a cidade permaneceu como em uma "névoa" esbranquiçada, em meio a nuvens de fumaça. A umidade relativa do ar variou entre 30% e 73% e a temperatura entre 20,3ºC e 35,1ºC, segundo a central de medições da FT (Faculdade de Tecnologia) da Unicamp. (por Roxane Regly)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Deputado piracicabano Mendes Thame participa da COP-17 na África

O Brasil participa, de 28 de novembro a  9 de dezembro, da 17ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-17), que será realizada em Durban, na África do Sul. O evento deve reunir representantes de governos de todo o mundo, de organizações internacionais e  da sociedade civil.  O deputado federal  Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB), de Piracicaba, que faz parte da Comissão Mista de Mudanças Climáticas do Congresso Nacional, integra a comitiva que representa o Brasil no encontro.

"Há uma grande expectativa em todo o mundo em relação a esta reunião, por diversos motivos. Primeiro, porque a vigência do Protocolo de Quioto acaba em dezembro de 2012. O que se espera desta reunião é que se volte a ter uma discussão racional. Que os países em desenvolvimento deixem de lado esta ladainha de que só aos países industrializados cabe reduzir suas emissões, porque há responsabilidades históricas sobre a emissão de gases que provocam o efeito estufa, e assumam a sua parte. Se quatro países - Brasil, China, Índia e África do Sul - disserem: nós vamos fazer a nossa parte, vamos dar a nossa contribuição para enfrentar o aquecimento global, os países desenvolvidos não terão politicamente condições de se recusar a assinar um tratado novo, um protocolo novo, que permita que se acelere o enfrentamento do aquecimento global e nos tire do limiar de uma tragédia humana", declarou o deputado.

Em seu sexto mandato, o deputado federal Mendes Thame destaca-se pela atuação na área ambiental. Representou o Congresso Nacional nas Conferências da  ONU (Organização das Nações Unidas) sobre Mudanças Climáticas em Nairobi (2006), Bali (2007), Poznan (2008), Copenhague (2009) e Cancun (2010).

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Clima será mais extremo, indica relatório do IPCC, da ONU

(por Folha.com - da Reuters)

É crescente risco de eventos climáticos extremos ligados
às mudanças climáticas provocadas pelo ser humano
Um aumento nas ondas de calor, chuvas mais intensas, enchentes e ciclones mais fortes, além de deslizamentos de terra e secas mais severas, devem ocorrer neste século no mundo todo, em decorrência do aquecimento do clima na Terra, disseram em Uganda cientistas da ONU na última sexta-feira.

O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), da ONU, pediu com urgência aos países que elaborem planos para uma reação a desastres, visando a adaptação ao crescente risco de eventos climáticos extremos ligados às mudanças climáticas provocadas pelo ser humano.

O relatório apresenta probabilidades diferentes para eventos climáticos extremos com base nos cenários das futuras emissões de carbono, mas a questão principal é que o clima extremo deve aumentar. "É muito provável que a duração, frequência e/ou intensidade das fases quentes, ou ondas de calor, aumentem", cita o IPCC.

A ONU e a AIE (Agência Internacional de Energia) e outras entidades dizem que as promessas globais para cortar as emissões de CO2 e outros gases de efeito estufa não são suficientes para impedir um aumento na temperatura do planeta em até 2 graus Celsius. Segundo cientistas, ultrapassar esse limite geraria riscos de um clima instável em que os extremos climáticos podem se tornar mais comuns e a produção de alimentos mais difícil.