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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Coleta de lixo 33 bairros muda a partir de segunda-feira

por Roxane Regly, para o Jornal de Limeira

Clique para ampliar | Arte Final Jornal de Limeira

A partir de segunda-feira, duas regiões de Limeira terão alterações na coleta de lixo, que passará do período noturno para o diurno. São 33 bairros em que os coletores iniciarão o trabalho a partir das 6h.
Segundo o engenheiro responsável da Tecipar, empresa que realiza a coleta de lixo em Limeira, Edison Shoji Enokibara, será uma simples modificação de horário, atualmente no período noturno para diurno. "O objetivo é que a fiscalização por parte da Secretaria do Meio Ambiente de Limeira possa ampliar o controle dos serviços de recolhimento de lixo doméstico, atingindo assim contínuas melhorias no atendimento", explicou.

Para ele, os serviços diurnos beneficiam a população para o correto lançamento de lixo nas vias públicas. "Esta modificação atingirá somente 7% de todo o volume recolhido na cidade, ou seja, somente uma das nossas equipes estará envolvida nesta mudança", ressaltou.

Os bairros que terão mudanças são: Jardim Residencial José Cortez, Jardim Novo Horizonte, Jardim Glória, Jardim Santa Bárbara, Parque Residencial Independência, Vila Conceição, Jardim Console, Vila São Roque, Des. Camilo Ferrari, Jardim Colina de São João, Jardim Montezuma, Vila São Luiz, Vila Lúcia Helena, Vila São Geraldo, Vila Santana, Cidade Jardim, Jardim Mercedes, Des. José Christóvam, Vila Busch e Vila Garibaldi, que terão a coleta às segundas, quartas e sextas, a partir das 6h.

E às terças, quintas e sábados, a partir das 6h, a coleta acontecerá nos seguintes bairros: Jardim Glória, Conjunto Habitacional Manoel Francisco, Jardim Pérola, Jardim Barão de Limeira, Jardim Presidente Dutra, Gleba Beatriz, Jardim Alvorada, Jardim Maria Helena, Jardim São Luiz, Jardim São Pedro, Jardim Barão Des. Queiroz, Jardim Nova Suíssa e Jardim Orestes Veroni.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Vandalismo contra lixeiras deixa Centro de Limeira na sujeira


por Roxane Regly, para o Jornal de Limeira

(Foto: Maurício R. Martins)
Lixeira quebrada esparrama lixo pelo chão
A falta de lixeiras na região central de Limeira é um problema que já ocorre há algum tempo. Com a ausência dos dispositivos para a população depositar resíduos, o lixo acaba no chão.

O Jornal de Limeira percorreu algumas ruas do Centro e constatou que é difícil encontrar uma lixeira. Há ainda aquelas que não se encontram em condições de uso e locais onde só restou o suporte de fixação do cesto na calçada. Um exemplo é a rua Alferes Franco, onde foi difícil encontrar lixeiras em condições de uso, restando apenas os suportes.

O problema é o vandalismo. Pessoas mal intencionadas muitas vezes colocam fogo ou quebram as peças. Na tarde de ontem o JL flagrou uma lixeira depredada na esquina das ruas Dr Trajano e Alferes Franco.

A auxiliar de limpeza Vera da Silva, 42 anos, reclamou da falta das lixeiras, mas observou que muitas vezes é a população que destrói os dispositivos. "Às vezes estou com algum lixo para ser jogado, mas não tem muitas lixeiras pelo Centro, então prefiro guardar e jogar depois em casa. Mas o problema é que o próprio povo destrói (as lixeiras) e depois acabam jogando lixo na rua, o que é muito feito", opinou.

Para o aposentado Edival Gonçalves, 66, é necessário que a cidade seja melhor provida desses equipamentos. "Falta mais atenção (do Poder Público) com esse problema (a falta de lixeiras). As pessoas passam a jogar lixo nas ruas e a cidade fica feia", comentou. "O correto seria ter uma lixeira a cada quadra", sugeriu.

O Jornal de Limeira questionou a prefeitura a respeito do número de lixeiras existentes atualmente na cidade e se há pretensão de se instalar mais dispositivos para atender. No final da tarde, a Secretaria de Comunicações informou que havia solicitado a informação a Secretaria de Meio Ambiente, que responderia ao pedido no dia seguinte (hoje).

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Caminhada em vez de lixo, pedem moradores

(por André Montanher, para o Jornal de Limeira)


Moradores da avenida Prefeito Ary Levy Pereira, uma das mais importantes e movimentadas do Parque Nossa Senhora das Dores, parecem estar sendo esquecidos pela prefeitura. É que pelos cerca de dois quilômetros de extensão da via, não existe um item que é básico na maioria das ruas do município - a calçada.

Os moradores dizem que no local foi prometido um trabalho de urbanização e a construção do passeio. "Isto ocorreu em 2009, quando a Secretaria do Meio Ambiente veio retirar algumas árvores frutíferas que estavam crescendo na via. As árvores saíram, mas até hoje nada de calçada", reclama a secretária Raquel Santicioli.

Ela diz que a falta da calçada leva perigo a quem passa pelo local, principalmente no final da tarde, quando o movimento de carros aumenta. "A calçada de um lado da rua é insuficiente e as pessoas acabam andando pela rua. O perigo maior é que por ser muito extensa, a avenida acaba estimulando a alta velocidade por parte dos veículos e os atropelamentos são constantes", emenda.

Além disso, a área verde sem calçada fica vulnerável à ação de vândalos, que despejam uma grande quantidade de lixo e entulho no local. "Quanto mais parece abandonado, mas esta gente despeja lixo. E o acúmulo ainda gera a proliferação de ratos e baratas, que acabam entrando nas nossas casas", reclamou a balconista Rita Mendes, outra moradora.

A dona de casa Sebastiana Corrêa, mais uma que reside na área, aponta entre os objetos abandonados muito acúmulo da água das chuvas, o que pode servir de criadouro para o mosquito da dengue. E resume a situação dos moradores. "É uma população bastante grande que reside aqui e que está totalmente esquecida pelo Poder Público".

PISTA DE CAMINHADA
A aposentada Tereza Dias Tavares, outra que também mora na avenida, sugere uma alternativa que, além de aumentar a segurança dos pedestres e desestimular os vândalos que despejam lixo no local, poderia oferecer uma alternativa de lazer para a região. "É uma pista de caminhada, que poderia se estender por toda a avenida Ary Levy Pereira", explica.

De acordo com ela, a pista poderia amenizar a situação do bairro, bastante carente de estruturas públicas de lazer. "Se for bem planejada, ela pode contemplar uma ciclovia e até alguns brinquedos para as crianças. Garanto que seria muito utilizada pela população que quer se exercitar", apontou Tereza.

Questionada pelo JL, a prefeitura encaminhou as solicitações às secretarias pertinentes. A Secretaria do Meio Ambiente informa que vai enviar uma equipe para retirar o lixo do local. A Secretaria de Obras prometeu estudar a criação de uma pista de caminhada na via e a Secretaria dos Transportes anunciou estudos para a implantação de um radar no local.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Aterro só tem mais 8 meses

(por Renata Caram, para o Jornal de Limeira)


Foto: Arquivo Jornal de Limeira
A fase atual do Aterro Sanitário de Limeira tem apenas mais oito meses de vida útil. O Jornal de Limeira apurou que a prefeitura já se movimenta para a implantação da terceira fase do local. "Estamos preparando a documentação. Esta fase deve ser utilizada por quatro anos", comenta o secretário de Meio Ambiente, Domingos Furgione Filho. Quanto ao novo aterro, ele deve ser implantado dentro de dois anos. E ficará do outro lado da via Jurandyr Paixão de Campos Freire - estrada que leva ao Horto Florestal.

O volume de lixo só cresce. No ano passado, foram 210.577 toneladas - a maior parte entulho. Só este tipo de material somou 109.401 toneladas. Em breve, porém, Limeira passará a reutilizar resíduos da construção civil. Agora, com a reutilização desse material, a vida útil do aterro deve aumentar. E muito.

A utilização depende antes de trâmites burocráticos - como processo licitatório -, segundo Domingos. E ela atende a uma resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente). É a de número 307, que proíbe o armazenamento de materiais de construção em aterros sanitários.

Recentemente, a Prefeitura de Limeira obteve licenças da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). Elas autorizam o depósito de material em áreas - sejam novas ou não. Uma delas é a ATT (Área de Transbordo e Triagem). Nela é separado o material que pode ser reaproveitado. Pedras, tijolos e cimento, por exemplo, fazem parte do grupo de inertes. "Eles podem ser moídos e transformados em areia", cita Domingos.

Atualmente, os resíduos sólidos são enterrados. Uma parte, porém, é usada dentro do aterro. Inclusive em estradas que dão acesso a ele. Agora, a ideia é usar em obras públicas ou sociais. Quando moído, o material pode ser usado na reforma de estradas rurais e em base para piso de asfalto. Em setembro do ano passado, a Câmara de Vereadores aprovou um substitutivo para regulamentar a coleta, triagem, reutilização, reciclagem e destinação de resíduos da construção civil.

A reutilização gera economia, traz ganhos para a saúde e o meio ambiente, além de aumentar a vida útil do aterro. É menos material a ser depositado no local.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Quase um bilhão de bitucas diariamente em Limeira

(por Roxane Regly - Especial Planeta Azul/Jornal de Limeira)

Uma única bituca de cigarro leva até cinco anos para se decompor no meio ambiente. Um fumante, que consome diariamente de um a dois maços por dia, num total de 20 a 40 cigarros, gera, consequentemente, de 20 a 40 bitucas.

No Brasil, a proporção de fumantes acima dos 18 anos, em 2010, era de 15,1% da população. O Departamento de Programas e Projetos da Secretaria da Saúde de Limeira acredita que mais ou menos a mesma porcentagem é encontrada em Limeira, ou seja, 15% dos 270 mil habitantes, um total de 40,5 mil pessoas consumindo cigarros diariamente.

Somando que cada um consuma ao menos 20 cigarros ao dia, teremos quase um milhão de bitucas. Elas vão parar no meio ambiente, na maioria das vezes jogadas nas ruas e praças, quase nunca em cinzeiros ou lixos, contribuindo assim para a poluição do município.

O professor de química e pós-graduando em Meio Ambiente na Unicamp, José Otávio Ribeiro, lembra que sem os cinzeiros ou lugares adequados para depositar as bitucas, elas vão direto para o chão. "É assim em bares, restaurantes e lanchonetes em geral. O maior volume de pontas de cigarros é visto nas portas de bancos e em bares e lanchonetes do centro da cidade, em todo lugar. O problema é que são levados pelas enxurradas para as galerias pluviais, despejados em córregos e na rede de esgoto e se transformam em problema ambiental", destacou o ambientalista.

REDE DE ESGOTO
Além de serem levadas pelas enxurradas a rios e córregos, as bitucas também vão parar na rede de esgoto, como lembra Ribeiro. Nas peneiras das estações de tratamento que pré-filtram o esgoto, é comum surgirem tocos de cigarro. "Elas vêm também do mau hábito das pessoas de fumar no banheiro e jogá-las no vaso sanitário, é fácil observar também fumantes nas ruas da cidade jogando suas bitucas no chão sem a menor preocupação, parece difícil achar um local correto para o descarte", opinou Ribeiro.

O filtro de cigarro dura em média no meio ambiente cinco anos para se decompor. "O problema é que as pessoas não imaginam que um pequeno pedaço pode vir a fazer tanto mal e prejudicar tanto o meio ambiente em que vivem", comentou.

BOTA BITUCA: equipamento sustentável evita lixo de fumantes

Ideia de ONG é evitar poluição nas cidades por bitucas
Uma ideia sustentável para evitar a poluição do meio ambiente causada por quem joga as bitucas (ou filtros) de cigarro no chão após o fumo, é o Bota Bituca. O produto é uma iniciativa da ONG Recicleiros, de São Paulo.

De acordo com a ONG, pelo menos 140 bilhões de cigarros são consumidos todos os anos no Brasil. Grande parte dos filtros desses cigarros acaba no meio ambiente, colaborando para a formação de enchentes e a proliferação de doenças. As leis que proíbem o consumo de cigarro em locais fechados aumenta ainda mais a sujeira nas ruas, já que os fumantes não encontram opção e jogam nas sarjetas e calçadas as bitucas.

Tubos podem ser encontrados a venda
O Bota Bituca foi criado por esses paulistanos para combater o mau hábito que causa diversos problemas para a natureza. O equipamento é simples. A pessoa pode jogar os filtros de cigarro mesmo acesos e tampar. Como a vedação é total, o cheiro não sai e o Bota Bituca pode ser guardado dentro do carro, da bolsa ou até no bolso da calça.

O QUE É?
Trata-se de um tubo de ensaio plástico, com tampa, que por seu tamanho se torna portátil e prático. Por enquanto, o Bota Bituca é vendido somente em São Paulo, mas nada impede cada fumante de criar seu próprio acessório. Os tubos de ensaio com tampa são vendidos em lojas de artigos para festa e custam barato, menos de R$ 2 cada. Com um desses é só guardar o filtro, mesmo ainda acesso, que com a vedação ele se apaga. A bituca é lixo e deve ir para o lixo após o fumo, evitando a poluição do meio ambiente. 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Atitude sustentável: compre essa ideia

 Encontrei hoje pela manhã um exemplo de atitude sustentável. No Jardim Piratininga, na Rua Leandro Castelar, um morador demarcou com placas todos os sacos que continham material reciclável. Assim, o coletor de lixo não recolheria o material junto com o lixo comum. O reciclável ficaria ali para que um catador de recicláveis levasse mais tarde. Abrace essa ideia, seja sustentável!

sábado, 19 de novembro de 2011

Rede de esgoto é entupida até com a ajuda de flaconetes de cocaína


(por André Montanher, do Jornal de Limeira)

O hábito de jogar lixo na rede coletora de esgoto continua uma constante entre a população de Limeira e preocupa a concessionária Foz do Brasil, responsável pelo serviço. Por dia, uma tonelada de lixo é recolhida pela empresa nas quatro ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto) da cidade e a novidade fica para um item cada vez mais presente na rede. Este inusitado material é a embalagem plástica que tem sido usada por traficantes para acondicionar cocaína, chamada de flaconete.

"Estamos impressionados com a quantidade de flaconetes encontrados nas ETEs. O problema é maior na estação Águas da Serra, localizada na saída para Iracemápolis", explica o gerente operacional da empresa, Gilson Merli.

O descarte de flaconetes no esgoto é um recurso dos viciados em drogas para dispensar o produto sem deixar vestígios e se junta a uma grande lista de objetos que a população continua despejando na rede de forma irregular. Entre os mais comuns estão absorventes, preservativos, papel higiênico e fio de cabelo.

Mas a lista inclui itens mais exóticos - como embalagens de pasta de dente, frascos de remédios, brinquedos e até vassouras, como conta o coordenador de redes da Foz do Brasil, Marco Sinico. Talheres e pedras portuguesas também já foram encontrados na rede. "O que eu achei mais surpreendente encontrar foi dinheiro. No mês passado, achamos uma nota de R$ 10 e três de R$ 50. Você já imaginou alguém jogar dinheiro pelo esgoto?", pergunta.

O técnico explica que a concessionária realiza um trabalho preventivo, fiscalizando e limpando 12,5 mil metros de tubulações da rede de esgoto por mês. "Mas a quantidade de despejo de lixo é muito maior do que a nossa capacidade e os materiais acabam caindo nas estações de tratamento. As pessoas precisam entender que a rede de esgoto foi projetada para receber 99% de material líquido e apenas 1% de material sólido, que são as fezes", explica Sinico.

Segundo o técnico, o resultado do desequilíbrio nesta equação são as tubulações e equipamentos quebrados ou pior, os chamados refluxos - a volta do esgoto para as residências. "Receber o esgoto de volta em casa é uma das piores experiências da vida. As pessoas precisam entender que isso ocorre por conta da falta de educação de toda a população", explica o técnico.

CHUVA
A obstrução causada pelo lixo é uma preocupação que se soma à interligação irregular da coleta das águas pluviais na rede de esgoto. "Durante as chuvas do início da semana, a ETE Águas da Serra recebeu um volume de água seis vezes maior do que o normal. Isto não deveria ocorrer, pois a rede de esgoto não deveria ter nada a ver com a rede coletora pluvial. Um aumento de seis vezes é um fenômeno que o sistema não consegue comportar", explica o gerente operacional da Foz do Brasil.

O alto volume de água pode destruir as tubulações e os equipamentos. E da mesma forma que o lixo acumulado, possibilita a ocorrência de refluxo nas residências. "Neste período do ano em que as chuvas são constantes, aumenta a preocupação. Inclusive, a concessionária está realizando uma campanha de conscientização sobre a necessidade de separar o sistema de coleta da chuva da coleta do esgoto", finaliza Merli.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Dia Mundial sem Tabaco


Hoje, dia 31 de maio, é o Dia Mundial Sem Tabaco! No Twitter, #diamundialsemtabaco.  E o que isso tem a ver com sustentabilidade? Em Limeira? Veja o quanto irá colaborar com o meio ambiente se passar um dia sem fumar. Quem sabe não seja um estímulo para uma mudança de hábito.

Uma única bituca de cigarro leva de um a dois anos para se decompor no meio ambiente, segundo a Unicef. Imagine que um fumante consome de um a dois maços de cigarro por dia. São de 20 a 40 cigarros, de 20 a 40 bitucas.

A proporção de fumantes acima dos 18 anos no Brasil, em 2010, era de 15,1% da população. O Departamento de Programas e Projetos da Secretaria da Saúde de Limeira acredita que mais ou menos a mesma porcentagem é encontrada em Limeira, ou seja, 15% dos 270 mil habitantes é igual a 40,5 mil.

As informações são de acordo com a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) realizada pelo Ministério da Saúde (divulgada em abril deste ano).

Assim, 40,5 mil pessoas gerando por dia em média 30 bitucas de cigarro soma ao final do dia um total de 1.215.000 (um milhão, duzentas e quinze mil!) que vão parar no meio ambiente, na maioria das vezes são jogadas nas ruas e praças, quase nunca em cinzeiros ou lixos!!!

Por isso, pense antes de sua próxima tragada: você depositará um resíduo que levará até dois anos para sumir do meio ambiente. Seja sustentável, pense no futuro!