terça-feira, 31 de maio de 2011

Curso de ecojóias ensina produção com madeira reutilizada

da assessoria de imprensa (Graziela Félix)

Modelos de ecojoias produzidos em 2008
Criar jóias a partir da madeira e de materiais que, normalmente, são descartados. É justamente esta a proposta do curso de “Ecojoias em Madeira” que será realizado pela Faculdade de Administração e Artes de Limeira, a Faal. Esta é a segunda edição do curso. A primeira turma foi em 2008 e contou com 25 alunos que, no final, fizeram uma exposição com as ecojoias produzidas por eles mesmos.

Alunos da turma do curso em 2008
Durante as aulas, os alunos aprenderão técnicas e conhecerão os diversos tipos de madeira que podem ser utilizados para o desenvolvimento de ecojoias. O objetivo é proporcionar ao aluno noções sobre a madeira, possibilitando a criação de diversas peças. “O conceito de ecojoia é muito recente, pode ser considerado uma vertente do ecodesign onde o principal objetivo é a preocupação social e ambiental, a sustentabilidade. A ecojoia reaproveita materiais descartados, minimizando o impacto ambiental, transformando-os em objetos de design”, explica a professora Rachel Ferrari.

O curso tem duração de 16 horas e o início está previsto para o dia 4 de junho – tem duração de 16 horas. As aulas serão realizadas aos sábados, das 13h30 às 16h30. Para participar não é preciso ter conhecimentos anteriores. O investimento é de duas parcelas de R$ 80 para alunos e ex-alunos e duas de R$ 100 para público externo. Os interessados deverão fazer sua inscrição na Faal ou pelo telefone 3444-3239.

Dia Mundial sem Tabaco


Hoje, dia 31 de maio, é o Dia Mundial Sem Tabaco! No Twitter, #diamundialsemtabaco.  E o que isso tem a ver com sustentabilidade? Em Limeira? Veja o quanto irá colaborar com o meio ambiente se passar um dia sem fumar. Quem sabe não seja um estímulo para uma mudança de hábito.

Uma única bituca de cigarro leva de um a dois anos para se decompor no meio ambiente, segundo a Unicef. Imagine que um fumante consome de um a dois maços de cigarro por dia. São de 20 a 40 cigarros, de 20 a 40 bitucas.

A proporção de fumantes acima dos 18 anos no Brasil, em 2010, era de 15,1% da população. O Departamento de Programas e Projetos da Secretaria da Saúde de Limeira acredita que mais ou menos a mesma porcentagem é encontrada em Limeira, ou seja, 15% dos 270 mil habitantes é igual a 40,5 mil.

As informações são de acordo com a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) realizada pelo Ministério da Saúde (divulgada em abril deste ano).

Assim, 40,5 mil pessoas gerando por dia em média 30 bitucas de cigarro soma ao final do dia um total de 1.215.000 (um milhão, duzentas e quinze mil!) que vão parar no meio ambiente, na maioria das vezes são jogadas nas ruas e praças, quase nunca em cinzeiros ou lixos!!!

Por isso, pense antes de sua próxima tragada: você depositará um resíduo que levará até dois anos para sumir do meio ambiente. Seja sustentável, pense no futuro!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Projeto ecológico visa sustentabilidade

da Redação do Jornal de Limeira

Com o objetivo de debater o desenvolvimento sustentável em Limeira, o vereador Mário Botion protocolou na segunda-feira um projeto de resolução que dispõe sobre a realização da Conferência Municipal sobre Desenvolvimento, Meio Ambiente e Sustentabilidade na Câmara de Limeira.

De acordo com a proposta, caberá à Comissão Permanente de Obras, Serviços Públicos, Planejamento, Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo, Agricultura e Ecologia da Câmara organizar e mediar a conferência, que terá como meta a promoção do desenvolvimento sustentável. O evento deve acontecer anualmente, em junho, e contar com as participações de diversas secretarias e conselhos municipais, além de universidades e instituições de ensino, de órgãos públicos e organizações não governamentais envolvidos com o desenvolvimento sustentável e o meio ambiente.


Segundo Botion, é importante trazer para a municipalidade a discussão sobre o futuro do planeta com objetivo de colocar em prática ações para o desenvolvimento de Limeira sem comprometer futuras gerações. "Este projeto amplia este debate junto com representantes de diversos segmentos de nossa cidade. Portanto, trazer a discussão sobre o futuro do planeta ao legislativo é fundamental, pois possibilita, por meio de leis, contribuir para o desenvolvimento sustentável de nossa cidade e, consequentemente, do nosso planeta", afirma o vereador.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sempre Vale lança campanha "Chega de Plásticos"

A rede de supermercados Sempre Vale lançou na semana passada a campanha "Chega de Plásticos -Sempre Vale e você cuidando do Planeta Terra". A intenção é atender à proposta do convênio assinado pelo governo de São Paulo e a Associação Paulista de Supermercados (Apas).

O convênio segue a tendência mundial de combate aos resíduos plásticos no meio ambiente e visa, por meio de um protocolo de cooperação, banir o uso das sacolas plásticas descartáveis em todas as cidades do Estado, até 2012.

O objetivo da rede Sempre Vale é incentivar o consumidor a criar o hábito de levar sua embalagem ao supermercado. É um movimento de sustentabilidade, que levará a uma mudança de comportamento progressiva. A intenção é que os clientes das lojas incluam em seus hábitos o uso de sacolas retornáveis (as "ecobags"), carrinhos de feira, caixas de papelão.



A campanha "Chega de Plástico" ocasionará a não distribuição de sacolinhas plásticas. Num primeiro momento isso acontecerá às sextas-feiras. Conforme o consumidor for se adaptando a ação acontecerá diariamente. O consumidor que ainda preferir as sacolinhas de plásticos poderá obtê-las sem custo.

Reforma do Código Florestal é aprovada

Câmara aprova anistia a desmatador

Por estadao.com.br/Brasília

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem, por 410 votos a favor, 63 contrários e 1 abstenção, o texto do relator Aldo Rebelo (PC do B-SP) que reforma o Código Florestal. Depois, o governo Dilma Rousseff sofreu sua primeira derrota na Câmara. Por 273 votos a favor, 182 contra e 2 abstenções, os aliados aprovaram a inclusão no Código de concessão de anistia aos produtores que desmataram Áreas de Preservação Permanente (APPs) às margens dos rios e encostas até 2008.

Segundo o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), a emenda apresentada pelo PMDB e apoiada pela maioria dos partidos da base e de oposição foi considerada uma "vergonha" pela presidente Dilma Rousseff. O clima da votação do Código foi tenso e acabou em bate-boca entre os governistas.

"Talvez este seja o momento mais tenso desta legislatura. A presidente Dilma considera essa emenda uma vergonha para o Brasil. Ela muda a essência do relatório", afirmou Vaccarezza. "Quero que o líder do governo seja interpelado para saber se a presidente realmente falou que o que esta Casa está votando é uma vergonha. Tenho o direito de saber isso", reagiu irritado o deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), relator do Código. "Não acredito que a presidente Dilma tenha dito isso", disse o líder do PSDB, deputado Duarte Nogueira (SP).

Apesar do jogo pesado do Planalto, apenas o PT, o PV, o Psol e o PSB encaminharam contra a emenda, que libera a ocupação de cerca de 420 mil quilômetros quadrados de áreas de preservação permanentes já desmatadas até 2008 às margens de rios e em encostas de morros no País. O PMN e o PTB liberaram suas bancadas. O governo não mediu esforços para tentar impedir a derrota. Os ministros dedicaram o dia para telefonar aos líderes aliados e aos deputados para pedir o voto contrário à emenda.

Para entender a polêmica:

O que é o Código Florestal? 
Criado em 1965, o Código Florestal regulamenta a exploração da terra no Brasil, baseado no fato de que ela é bem de interesse comum a toda a população.

Ele estabelece parâmetros e limites para preservar a vegetação nativa e determina o tipo de compensação que deve ser feito por setores que usem matérias-primas, como reflorestamento, assim como as penas para responsáveis por desmate e outros crimes ambientais relacionado. Sua elaboração durou mais de dois anos e foi feita por uma equipe de técnicos.

Como é a proposta do novo Código Florestal?
Desde que foi apresentado pela primeira vez, o projeto de Rebelo sofreu diversas modificações e foram divulgadas várias versões. As principais diferenças entre ele e o código em vigor dizem respeito à área de terra em que será permitido o desmate, ao reflorestamento dessa área e à punição para quem já desmatou. Por que ele precisa ser alterado? Ambientalistas, ruralistas e cientistas concordam que ele precisa ser atualizado, tanto por ter de se adaptar à realidade brasileira, mas também porque ele foi modificado várias vezes por decreto e medidas provisórias e seria necessário algo mais sólido.

No entanto, os envolvidos divergiram em relação à urgência de votá-lo. A bancada ruralista queria aprová-lo rapidamente para pôr fim à "instabilidade jurídica", que dá margem a diversas interpretações em alguns pontos polêmicos. Os especialistas defendiam uma modernização, mas queriam adiar a votação para dar tempo a uma discussão mais ampla do projeto. Já a chamada bancada verde queriam mudanças, porém diferentes das propostas de Rebelo.

O que são as APPs, um dos principais pontos de discórdia?
As chamadas Áreas de Preservação Permamente (APPs) são os terrenos mais vulneráveis em propriedades particulares rurais ou urbanas. Como têm uma maior probabilidade de serem palco de deslizamento, erosão ou enchente, devem ser protegidas. É o caso das margens de rios e reservatórios, topos de morros, encostas em declive ou matas localizadas em leitos de rios e nascentes. A polêmica se dá porque o projeto de Rebelo flexibiliza a extensão e o uso dessas áreas, especialmente nas margens de rios já ocupadas.

Qual a diferença entre APP e Reserva Legal? 
A Reserva Legal é o pedaço de terra dentro de cada propriedade rural - descontando a APP - que deveria manter a vegetação original para garantir a biodiversidade da área, protegendo sua fauna e flora. Sua extensão varia de acordo com a região do país: 80% do tamanho da propriedade na Amazônia, 35% no Cerrado nos Estados da Amazônia Legal e 20% no restante do território. Os ambientalistas criticam a proposta do Novo Código que isentaria a recomposição da reserva legal para pequenos produtores. Por que ele causa tanta polêmica? Em junho de 2010, o deputado e relator Aldo Rebelo apresentou uma proposta com uma série de mudanças para alterá-lo. A aprovação final do novo Código emperrou justamente porque ele sofreu críticas de diversos setores políticos, de ambientalistas e de muitos acadêmicos.

A bancada ruralista, que defende boa parte das mudanças propostas originalmente, afirma que o Código Florestal em vigor atrapalha o desenvolvimento do país. Afirmam que ele foi criado em um momento em que a agricultura e a pecuária tinham baixa produtividade e que a alteração é necessária porque é preciso mais terra para ampliar a produção. Sem as mudanças, dizem, não conseguirão suprir a crescente demanda de alimentos e o setor agropecuário brasileiro ficaria em desvantagem no cenário mundial.

Já os ambientalistas rebatem, afirmando que as terras já exploradas são suficientes para dobrar a produção, basta aprimorar a eficiência nas lavouras e nos pastos por meio de tecnologia e uso sustentável na agricultura e pecuária.

Organizações de defesa do meio ambiente - e boa parte da academia - afirmam que as mudanças no Código abrem brechas para aumentar o desmatamento e podem pôr em risco serviços ambientais básicos, como o ciclo das chuvas e dos ventos, a proteção do solo, a polinização, o controle natural de pragas, a biodiversidade, entre outros. Esse desequilíbrio prejudicaria até mesmo a produção agropecuária, que está diretamente ligada a tais fatores ambientais.

O que é um módulo fiscal? 
É uma unidade de medida determinada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) que varia de acordo com o estado. Ele pode medir de 5 a 110 hectares. Em Brasília, por exemplo, um módulo fiscal equivale a 20 hectares, por exemplo, e no Acre a 378 hectares.

O que deve ocorrer após a votação na Câmara?
No passo seguinte, o projeto aprovado segue para ser votado no Senado e, após aprovado, deve ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff.

Informações da BBC Brasil

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Reciclagem em uma história de amor

Uma forma romântica de entender a necessidade de reciclar!


Tradução da frase do final:
Se você gostaria de ver um final feliz
Diga ao governo que você quer menos lixo e mais reciclagem

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Prefeitura anuncia museu da água para setembro

Limeira terá um museu da água. É o que anunciou ontem o prefeito Silvio Félix (PDT) e o secretário do Meio Ambiente, Domingos Furgioni Filho. O museu deve ser criado em uma região na divisa da cidade com Americana, por onde passa o rio Piracicaba.

Segundo Furgioni Filho, o museu já está em processo de criação, para ser inaugurado em meados de setembro. "Queremos que tudo esteja pronto para inaugurar no aniversário da cidade", afirmou. O local será voltado a alunos do ensino fundamental da rede municipal. Além do prédio, que contará com salas temáticas, haverá também um "barco escola", segundo Félix, que levará os estudantes a um passeio pelo rio.

As salas temáticas ensinarão sobre água, esgoto, poluição e tratamento. A Foz do Brasil está em parceria com as secretarias municipais para fornecer materiais de exposição. Terá ainda uma sala de audiovisual para exibição de material relativo ao assunto. O barco levará 30 pessoas por vez, com coletes guarda-vidas. Aos finais de semana, o museu será aberto à população.

Roxane Regly - para o Jornal de Limeira

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Madeira legalizada pode ser obrigatória em Limeira


O uso de madeira legalizada pode se tornar obrigatório em Limeira. Isso se aprovado o Substitutivo Projeto de Lei nº 36/2011, de autoria do vereador Ronei Martins (PT), protocolado esta semana na Câmara de Limeira, após alterações na redação do Projeto de Lei apresentado em março.

De acordo com o projeto, após sancionada a lei, será “obrigatória a utilização exclusiva de madeira certificada por meio do Documento de Origem Florestal (DOF), evitando a utilização de madeiras oriundas de florestas nativas, em mobiliários, obras, construções, bem como nas ações, programas e atividades executadas diretamente ou indiretamente no âmbito do município.”

Ronei justifica que a intenção é “combater o desmatamento ilegal de florestas nativas a partir da mudança de postura dos consumidores destas mesmas madeiras”. A aprovação do projeto levará a uma mudança no comportamento em geral do município. Isso porque a lei abrange desde as atividades convencionais (como marcenaria) até outras atividades, como construções. “Entendemos que somente há desmatamento ilegal porque na outra ponta da cadeia de consumo há quem se interesse por esta madeira ilegal”, apontou o vereador, em entrevista ao blog Limeira Sustentável.

“Determinando a obrigatoriedade da utilização de madeira ambientalmente certificada, certamente reduziremos o mercado consumidor das madeiras de desmatamento, colaborando para a promoção de nossas florestas e consequentemente de nosso planeta”, justificou. A aplicação da lei se dará assim que estoques antigos de madeira forem acabando, quando devem ser substituídos por produto certificado.

HABITE-SE
Outro aspecto interessante da proposta é que ela irá influenciar também nas licenças emitidas no município. No Art. 3º do projeto diz que “no momento da emissão da Licença de construção deve constar a obrigatoriedade do uso de madeira certificada por meio do DOF para a obtenção do “Habite-se””. Além disso, na solicitação do “Habite-se” deverá ser anexada cópia da nota fiscal da compra da madeira com DOF.

E você, o que acha da proposta do vereador petista Ronei Martins? Acha que deve ser aprovada pelos parlamentares da Câmara de Limeira? Comente e opine.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Sustentabilidade no dia a dia do trabalho

por Roxane Regly


Ter atitudes sustentáveis é cada dia mais necessário no meio em que vivemos. É delas que depende a preservação dos recursos de hoje para as gerações futuras. Tudo começa com pequenos gestos – fechar a torneira enquanto se escova os dentes, separar recicláveis, utilizar sacolas ecológicas.

A sustentabilidade ambiental ganha também as empresas, que são nada mais que a extensão do lar de cada colaborador. Algumas ações simples podem ser praticadas por cada um, pequenas ações, mas que seguem a ideia de que cada um pode fazer sua parte. É ainda um ótimo exercício de educação ambiental, para que depois a lição seja levada para casa.

ÁGUA
O uso de torneiras com fechamento automático é a melhor opção quando se fala em economia de água. Isso evita esquecimentos, vazamentos por mal fechamento e consequentemente promove o uso controlado do recurso. A instalação de válvulas de descarga com dois níveis de água também promove grande economia, pois o usuário não usará mais água do que o necessário.


A aplicação de placas ou adesivos recordando o usuário das torneiras que não tem o fechamento automático que ele deve fechá-la e reduzir o tempo de uso a somente o necessário é também uma forma inteligente e incentivadora de motivar o combate ao desperdício.

3Rs – 1º) REDUZIR

Reduzir o consumo é o primeiro passo de quem deseja ser sustentável. O uso de copos plásticos, para beber água ou tomar café, por exemplo, é um dos grandes vilões da sustentabilidade ambiental. Por isso, não há nada de mais ter uma garrafinha de água ou carregar sua própria caneca quando for tomar um cafezinho.



Devemos repensar também quantas vezes clicamos no botão “Imprimir” desnecessariamente. Podemos até ir além, na assinatura de nossos e-mails pode conter aquela mensagem a respeito de se pensar duas vezes antes de imprimir. É realmente necessário? Ou mesmo antes de criar montanhas de papéis, porque não gerar arquivos eletrônicos? Há muitas formas de se reduzir o consumo.

3Rs – 2º) REAPROVEITAR

Quando não se tem como reduzir, podemos passar para o segundo passo e tentar reaproveitar aquilo que já utilizamos. Por exemplo, e-mails, relatórios e pautas impressas, que não contenham informações confidenciais, podem virar bloquinhos para a anotação de recados. Deixa-se de gerar mais lixo e torna menor a necessidade de utilizar mais recursos para a produção de novos produtos.


3Rs – 3º) RECICLAR

E a reciclagem é o último passo do conceito chamado “3Rs”. Quando nada mais pode ser feito para diminuir o consumo ou reaproveitar o que ainda dá para ser utilizado é o momento de reciclar.

Isso pode ser incentivado tanto dentro dos departamentos, com a implementação de latas separando os materiais – papel (e-mails, relatórios), plástico (garrafinhas de água, refrigerante, copinhos), alumínio (latas de refrigerante) e vidro (mais raros, porém ainda podem estar em uso, como é o caso das garrafas de refrigerante ou copos).

Outra maneira de estimular o colaborador a reciclar é criar na empresa um ponto de coleta seletiva. O material juntado em casa pode ser levado para a empresa, onde um ecocoletor (os chamados catadores de reciclável) é chamado com certa peridiocidade, de acordo com a demanda, para levar o material. Cooperar com o trabalho desses catadores também é sustentabilidade do ponto de vista social, já que essa é a principal fonte de renda desse profissional.

Os demais materiais, que não servem para ser reciclados, são o lixo comum ou lixo orgânico. Eles sim podem ir para o lixo normal. A não ser que a ideia seja criar uma composteira e utilizar o adubo numa horta comunitária, quem sabe?

ENERGIA

A produção de energia elétrica é outra responsável por grande desgaste ao meio ambiente. Por isso, economizar é a melhor maneira de conter os abusos contra a natureza. Apagar a luz ao sair do ambiente, não deixar eletrônicos ligados de um dia para outro, baterias recarregando por mais tempo que o necessário e muitas outras formas de economizar energia são um ótimo negocio com o meio ambiente. Nesse caso voltam a valer os adesivos e placas, lembrando o colaborador a necessidade de desligar a luz e economizar.


SEMANA DO MEIO AMBIENTE

A Semana do Meio Ambiente, comemorada em março, e mesmo datas especiais estipuladas pela empresa, podem ser ótimas oportunidades de lembrar todos os conceitos de sustentabilidade ambiental. Nessas semanas, palestras sobre o assunto, ações coletivas, como o plantio de árvores e mutirões de reciclagem podem marcar o calendário ambiental dos colaboradores.